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Sobre traições políticas e erros econômicos: do Brasil para a Rússia: “Com amor”

Sob o comando do jornalista Adhemar Altieri, da MediaLink, a 2ª edição inspirou-se na literatura, teatro e cinema e nos ditos populares para debater sobre diferentes confrontos:

BLOCO 1 : O TIRO PELA CULATRA (dito popular).
O jurista Walter Fanganiello Maierovitch diz que o Procurador da República, Augusto Aras, “jogou Pazuello ao mar”. Mas, por tabela, em vez de proteger, pode ter atingido seu ‘aliado’, Jair Bolsonaro. O Supremo Tribunal Federal, de carona, por meio do voto de Ricardo Lewandowski, autorizou o inquérito contra o general (em exercício) que ‘está’ Ministro da Saúde. Lembra que Aras pode ser processado criminalmente, citando o primeiro Impeachment da história, que aconteceu em 1373, quando ministros do Rei Eduardo 3º, da Inglaterra, foram afastados. Maierovitch levantou a bola para o bloco 2, ao citar a polêmica decisão de Rodrigo Maia em ter guardado os processos de Impeachment na gaveta.

BLOCO 2: PERDOA-ME POR ME TRAÍRES (Nélson Rodrigues).
O analista político Ibsen Costa Manso cita o ex-governador mineiro, Benedito Valadares: “Ao se aproximar de uma votação secreta, aumenta a vontade de trair” (citação com liberdade). É o que acontece na eleição para presidentes da Câmera e do Senado, começo de fevereiro, onde sobra infidelidade. E o afastamento de Bolsonaro está em jogo.

BLOCO 3: CRÔNICA DE UMA MORTE ANUNCIADA (Gabriel Garcia Márquez).
O consultor e educador Humberto Casagrande diz que a desindustrialização acelerada do Brasil é um assunto complexo e é provocada por falsas polêmicas.
Como exemplo, diz que o financiamento e isenções fiscais para montadoras se confronta agora com a ‘mobilidade sem propriedade’. Enquanto lideranças empresariais usam as plataformas para carreiras política, a indústria caiu 24% no PIB para 12,8%.

BLOCO 4: DA RÚSSIA, COM AMOR (Ian Fleming).
O especialista em política internacional Moises Rabinovici debate sobre Alexei Navalny, o opositor que sofreu duas tentativas de envenenamento e acabou salvo por médicos de Berlim.
De volta a Moscou, foi preso e provocou protestos na Rússia, União Européia e Estados Unidos. O segmento traz imagens impressionantes, produzidas por um grupo de jornalismo investigativo, de um palácio particular do presidente da Rússia que remete aos tempos dos czares. O vídeo teve 70 milhões de visualizações com apenas uma semana e pode ser assistido aqui, nos links do jornal inglês The Guardian: https://youtu.be/ipAnwilMncI ​ e https://www.youtube.com/watch?v=ipAnw…​

– Produção Editorial: Ninho Moraes
– Produção Técnica: Marcelo Chermont / Propano Filmes
– Direção Geral: Adhemar Altieri / MediaLink Corporate Communications