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É dando que se recebe...

Enquanto Israel mergulha em novo impasse político pós-eleição parlamentar, o Brasil segue no impasse político pela imensa quantidade de partidos, no impasse econômico pela péssima produtividade e no impasse jurídico pelas decisões contraditórias do STF sobre o caso Lava-Jato. E a famosa Oração de São Francisco de Assis segue na boca de todos, mas com a conotação oposta: levar vantagem em tudo…

O programa é distribuído às quintas-feiras nas redes sociais do projeto e também pelos canais digitais do CIEE, o Centro de Integração Empresa-Escola, e da Fundação Editora da Universidade Estadual de São Paulo Júlio de Mesquita Filho. As duas entidades são apoiadoras institucionais do projeto. Confira os destaques:

O especialista em assuntos internacionais, Moisés Rabinovici, tem uma convidada especial em seu bloco: a brasileira Marly-Michal Barg Wertman, 66 anos, professora de escola infantil que há 48 anos mora em Israel, sendo 45 anos na pequena cidade de Ashkelon, perto da Faixa de Gaza. Ela fala sobre a eleição provisória de Benjamin Netanyahu, o Bibi, o mais longevo primeiro-ministro da história, que tenta formar um novo governo. Direto de um bunker que construiu em casa para se proteger dos mísseis do Hamas e de grupos islâmicos, onde montou um escritório, também fala sobre a educação no país.

O analista político Ibsen Costa Manso diz estar assustado com a quantidade de partidos no Brasil. 79 estão em processo de inscrição, inclusive um Partido Corinthiano Nacional, fora os 33 que já estão constituídos. Numa analogia com a disputa parlamentar israelense, pergunta como todos podem se entender.

O educador e economista Humberto Casagrande bate na tecla da falta de produtividade na economia brasileira e traz números assustadores no comparativo internacional. Também pergunta como a política pode ajudar a destravar os negócios, as questões trabalhistas e a burocracia. ]
O jurista Walter Fanganiello Maierovitch trata da Lei de Segurança Nacional, constituída ainda no governo militar, e que está sendo usada como arma de pressão pelo governo Jair Bolsonaro. Além disso, diz qual sua expectativa sobre o caso da Lava-Jato que irá ao plenário do STF, na esperança da PGR e do ministro Edson Fachin em reverter os votos adversos à operação que foram deflagrados durante a semana.

OS 4 ASES:
HUMBERTO CASAGRANDE, consultor financeiro, autor e CEO do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE);
IBSEN COSTA MANSO, jornalista, analista político, palestrante, destacou-se no Estadão e na Globo News;
MOISÉS RABINOVICI, jornalista, foi correspondente internacional em Jerusalém, Washington e Paris;
WALTER FANGANIELLO MAIEROVITCH, jurista, desembargador aposentado e presidente do Instituto Giovanni Falcone.