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Centrão-Volver. E o Canal do Suez como metáfora da ONU

Enquanto o mundo assistia à desobstrução do Canal do Suez, os brasileiros se surpreendiam com as mudanças ministeriais do governo Jair Bolsonaro. A solicitada troca exigida pelos políticos no Itamaraty foi abafada pela demissão do ministro da Defesa e dos comandantes das Forças Armadas. Simultaneamente, o Brasil aprende a importância das Relações Exteriores para a economia. Curiosidade: descobria-se que o navio encalhado tem dono japonês, administração alemã, tripulação da Índia, bandeira panamenha e levava carga para o mundo todo. O programa é distribuído às quintas-feiras nas redes sociais do projeto e também pelos canais digitais do CIEE, o Centro de Integração Empresa-Escola, e da Fundação Editora da Universidade Estadual de São Paulo Júlio de Mesquita Filho. As duas entidades são apoiadoras institucionais do projeto.

Ibsen Costa Manso analisa as questões políticas que antecederam o 57o aniversário do Golpe Militar – e as mudanças ministeriais, consideradas desastradas.

Wálter Fanganiello Maierovitch comenta os processos que envolvem o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva e o filho Lulinha, com a Vivo e a Oi. Por que os processos não avançam? Humberto Casagrande trata do tema ‘Relações Exteriores e Economia’. Como funciona essa relação? E avança na polêmica sobre nacionalização das vacinas.

Moisés Rabinovici explica como o histórico Canal do Suez mostrou-se um cenário-símbolo da Globalização e da inevitabilidade das relações comerciais, políticas, econômicas e sociais entre os povos.

OS 4 ASES:
HUMBERTO CASAGRANDE, consultor financeiro, autor e CEO do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE);
IBSEN COSTA MANSO, jornalista, analista político, palestrante, destacou-se no Estadão e na Globo News;
MOISÉS RABINOVICI, jornalista, foi correspondente internacional em Jerusalém, Washington e Paris;
WALTER FANGANIELLO MAIEROVITCH, jurista, desembargador aposentado e presidente do Instituto Giovanni Falcone.