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Final do encontro vespertino

Espaços de Cidadania CIEE realizam atividades pelo Dia Internacional dos Direitos Humanos

16 de dezembro de 2019
Comemorada em 10 de dezembro, data relembra proclamação da Declaração Universal dos Direitos Humanos

O Dia Internacional dos Direitos Humanos é comemorado em 10 de dezembro. Foi nesta data, em 1948, que a Declaração Universal dos Direitos Humanos foi proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas, se tornando a pedra fundamental da busca pela paz mundial e estabelecendo a proteção universal dos direitos humanos necessários para uma vida digna.

O documento – o mais traduzido do mundo – é considerado inspiração para a redação de Constituições de muitos dos Estados democráticos atuais. A Declaração consolida 30 artigos referentes a direitos assegurados a todos os seres humanos, como o direito à vida, à liberdade, à dignidade, à segurança e à saúde, entre outros, independentemente de nacionalidade, sexo, etnia, religião, língua e posicionamento político.

Com a proposta de propiciar o debate e assim incentivar a reflexão e o pensamento crítico, os conviventes dos Espaços de Cidadania CIEE participaram de diferentes atividades com essa temática.

No Distrito Federal, o advogado Marivaldo Pereira compartilhou sua história pessoal com os jovens, focando na luta e reivindicação por direitos. Tendo nascido em uma família de baixa renda, Marivaldo teve privações e dificuldades desde a infância. Teve que conciliar estudos e trabalho desde cedo, e optou por dedicar-se à educação como principal ferramenta de transformação da realidade na qual estava inserido.

“Os jovens se identificaram em vários momentos com a trajetória de Valdo. Dava pra ver o brilho nos olhos dos adolescentes ouvindo a história e pensando que também podem construir uma trajetória importante”, diz Abimael Mendes de Sousa, orientador social do Espaço.

“O que mais marcou pra mim foi saber que há jovens que não pensam, por exemplo, em faculdade, porque dão prioridade ao trabalho, porque já estão satisfeitos por simplesmente terem terminado o ensino médio, ou por nem saberem o que é universidade e que têm direito a frequentá-la. Cabe a nossa geração querer mudar o pensamento de que ‘terminou o ensino médio, está ótimo’: temos que querer sempre mais, exigir e usufruir dos nossos direitos”, reflete Jessyca Clara, 15 anos.

Em Manaus, os conviventes participaram de rodas de conversa sobre Direitos Humanos com convidados. Já em Salvador, a assistente social do Espaço de Cidadania, Rafaela Ceo, compôs a mesa “Direitos Humanos na Esfera Social” durante a Semana do Direitos Humanos, organizada pela Universidade Salgado de Oliveira e Comissão de Direitos Humanos da OAB/BA.

Em São Paulo, os conviventes do Espaço de Cidadania Xavier de Toledo participaram da 2ª Feira dos Direitos Humanos no centro da Capital. Promovida pela Secretaria da Justiça e Cidadania, a feira ofertou serviços de cidadania, saúde, beleza e lazer, além de apresentações musicais.