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Imagem ilustrativa / Divulgação

Semana da Diversidade engaja colaboradores do CIEE e provoca reflexões

4 de dezembro de 2020
Webinários sobre Gerações, Pessoas com Deficiência, Mulheres, LGBTQIA+ e Raça e Etnia contaram com participação dos funcionários

Realizada entre os dias 23 e 27/11, a 2ª Semana da Diversidade do CIEE promoveu bate-papos apresentados pelos próprios colaboradores, com a participação de pessoas de todo o país.

Abordando Gerações, Pessoas com Deficiência, Mulheres, LGBTQIA+ e Raça e Etnia, os webinários provocaram reflexões sobre como promover a diversidade e inclusão no ambiente de trabalho. Confira como foram os debates:

Gerações

A Semana foi aberta com um debate sobre Gerações, na segunda-feira (23/11). Neste pilar, o CIEE tem o desafio e a missão de desconstruir estereótipos e estimular a convivência entre as gerações que o compõem, sejam os baby boomers, que conviveram com a expansão da economia global, ou a Geração Z, nativa digital que chegou a um mundo do trabalho marcado pela alta competitividade. Há também os millenials, que buscam um organograma horizontal e a Geração X, que acompanhou as transformações tecnológicas no ambiente de trabalho. 

Cada uma das gerações contou com representantes para que fossem abordadas suas particularidades. O webinar contou com a participação de Humberto Casagrande, CEO do CIEE, Cesar Augusto, supervisor da Central Nacional de Prestação de Contas de São Paulo, David Willian Nunes, instrutor de Aprendizagem de Taubaté, Geslene Antonio, instrutora de Aprendizagem de Campinas e Luana Peres, instrutora de Aprendizagem de Mogi das Cruzes. 

Pessoas com Deficiência

Na terça-feira (24/11), foi a vez das instrutoras de Aprendizagem Evelin Chagas Monteiro e Maria Lucia conduzirem um bate-papo com os colaboradores Henrique Vieira Soler, auxiliar Administrativo em Segurança Patrimonial e Serviços e Ana Carolina Pereira, auxiliar de Serviços Administrativos na SUASF. A conversa passou principalmente pelas barreiras atitudinais, que acabam se impondo na rotina das pessoas com deficiência. 

“Todos nós passamos por dores, momentos de angústia, chateações.Você precisa entender quem você representa. Não pela sociedade, mas por você mesmo. Coloque um sorriso no rosto e siga, não olhe para o lado, olhe para frente”, disse Henrique, que na faculdade participou de uma roda de conversa para falar sobre deficiência e limitações. “Vamos seguir lutando por um mundo mais justo, mais diverso. Precisamos de equidade”, concluiu Ana Carolina.

Mulheres

Ao longo dos últimos anos, a presença feminina no mundo do trabalho cresceu, entretanto, elas ainda são minoria em cargos de gestão e precisam lutar por salários equivalentes aos de seus pares. A carga de trabalho diária ganha outros contornos quando é levado em consideração que a mulher ainda é responsável pela maioria das tarefas domésticas e cuidado com os filhos – mais um fator que a leva a ser inferiorizada e enfrentar preconceitos no mundo corporativo.

O debate deste pilar ocorreu na quarta-feira (25/11), e reuniu mulheres que têm cargos de destaque na instituição e um homem que tem em seu setor uma liderança feminina. A mediação ficou a cargo de Maria Nilce, superintendente de Ação Social e Filantropia, e o painel contou com a participação de Ana Lídia, instrutora de Aprendizagem de Guarulhos, Mônica de Castro, gerente de Operações de São Paulo e Raphael Perillo, especialista Jurídico. 

LGBTQIA+

Na quinta-feira (26/11), o pilar LGBTQIA+ se tornou o foco da Semana de Diversidade. Quem conduziu o painel foi Élen Almeida Silva, instrutora de Aprendizagem de Mogi das Cruzes/ SP, ao lado de  Igor Azevedo, analista de Administração de Pessoal. O evento contou com a participação de Ana Lídia Campos, instrutora de aprendizagem de Guarulhos; Alex Alexandre Silva, analista de Recursos Humanos e Remuneração; Geovanna Rodrigues Rezende, assistente Administrativo da Central de Operações da Vila Mariana; e Helaine Feijó, analista da Central Nacional de Prestação de Contas.

Além de um contexto histórico da luta pelos direitos das pessoas LGBTQIA+ no Brasil, foram apontados alguns avanços, como o direito ao casamento, adoção e nome social, mas também os desafios que ainda são encontrados por essa parcela da população. “Não é uma questão de tolerância, e sim de respeito e igualdade. Buscamos essa inclusão para pessoas dentro e fora da sigla. É um movimento que começou há muitos anos, mas que ganha cada vez mais força”, explicou Alex Alexandre Silva

Raça e Etnia

Representatividade e equidade étnico racial. Essas foram algumas pautas levantadas na sexta-feira (27/11), no webinar sobre Raça e Etnia. A condução da conversa entre a consultora de Feiras Paloma Almeida e a monitora da Central de Operações SP Thalita Ferreira foi feita pelo instrutor de Aprendizagem Halisson Malvar. Foi apresentada uma contextualização histórica do racismo em nosso país, e as participantes puderam compartilhar suas vivências e experiências com quem estava acompanhando o webinar.

“A gente sabe que a diversidade é construída com o tempo. Políticas de cotas, políticas de apoio, treinamento e inserção são muito importantes. Eu convido todos a olharem para dentro de suas equipes”, disse Talitha. “Também é importante os gestores estarem preparados para conversar com seus colaboradores caso aconteça alguma situação de preconceito”, sugeriu Paloma.