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imagem com pilhas de moedas imitando graficos

Mundo VUCA exige constante transformação das empresas

7 de outubro de 2020
Diversificar investimentos, enxergar riscos e oportunidades e cuidar de recursos raros resultam na sustentabilidade das companhias

O CIEE e a FIA (Fundação Instituto de Administração) promoveram mais dois encontros do Ciclo de Painéis “Transformando Organizações para o século 21”. Com o tema “Empresa, empreendedorismo e valor”, profissionais, executivos de destaque e professores da FIA debateram o papel das organizações no mundo VUCA – Volátil, Incerto, Complexo e Ambíguo.

Professor da FIA, Carlos Eduardo Furlanetti coordenou as atividades, pontuando que as pessoas precisam cuidar de seus recursos raros: seus talentos. Eles são capazes de enxergar riscos, oportunidades e como agentes externos podem interferir no negócio.

Foram discutidos temas como as habilidades e competências fundamentais para organizações transformarem oportunidades em valor, abordando os conceitos que levam uma organização a valer mais, os aspectos que fazem com que as ações de uma empresa se valorizem e também as diferentes formas de rendimento com investimento em ações em um mundo que está em constante transformação.

O evento realizado em 02/10, destinado às regiões Sudeste e Centro-Oeste, contou com a participação de Luiz Carlos Rubiano, diretor da Auston Consultoria e conselheiro da FEA-USP, e Eduardo Molina, secretário Municipal do Turismo. A mediação foi de Fabíola Molina, supervisora da unidade de Ribeirão Preto do CIEE.

Já para as regiões Norte e Nordeste, o painel ocorreu no dia 05/10, com a presença do professor da FIA Marcos Piellusch, mediação de Ismael Silva, supervisor de Atendimento do CIEE/RO, e os executivos Pablo Nahmias, coordenador de Desenvolvimento de Pessoas do Banco da Amazônia – BASA, Jefferson Beltrão, digital influencer, jornalista e radialista, e Virmondes Cruvinel, deputado e diretor da Associação de Jovens Empreendedores (AJE) de Goiás.

“Um dos pontos que precisamos destacar aqui é o conceito de valor. Por que uma empresa vale mais ou menos? Porque as expectativas são otimistas ou pessimistas quanto ao futuro da organização. É neste ponto que muitos empreendedores têm dificuldade: de enxergar um futuro otimista no meio do dia a dia para manter o negócio funcionando”, explicou Marcos Piellusch.

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