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Crédito: Divulgação/Mackenzie

Conheça a trajetória do Mackenzie, uma instituição que começou com três alunos e se tornou referência

25 de julho de 2018

Em 1870, o Brasil ainda respirava ares imperiais e São Paulo estava longe de ser a megalópole cosmopolita de hoje. Nesse cenário provinciano chega ao País o missionário presbiteriano George Whitehill Chamberlain após um curso de quatro anos de teologia nos Estados Unidos. Já casado com a professora Mary Annesley, abre em sua residência, no tradicional bairro da Luz, uma escola primária para apenas três crianças. A proposta educacional humanística ia contra todos os padrões da época, que era marcada por pedagogia obsoleta, castigos físicos para os alunos, meninos e meninas em salas separadas – e, nestas, filhos de escravos nem pensar.

Mais de cem anos depois, aquela modesta escola tornou-se um expoente do ensino e um modelo de gestão para as outras instituições. São mais de 42 mil alunos distribuídos nos campi Higienópolis, Alphaville e Campinas. Além disso, conta também com o Sistema Mackenzie de Ensino, um moderno currículo amparado por plataformas digitais e voltado à educação infantil e aos níveis fundamental I, II e médio.

O Mackenzie também é um polo de inovação em tecnologia – avançando em pesquisa nas áreas de neurociências e do grafeno, um material formado por átomos de carbono que é praticamente transparente, altamente resistente, de espessura finíssima e dobrável. Em entrevista exclusiva, Benedito Guimarães Aguiar Neto, reitor do Mackenzie, mostra outros pontos que fizeram a instituição se destacar de outras tradicionais instituições de ensino superior.

Confira entrevista com Benedito Guimarães Aguiar Neto, reitor do Mackenzie

O que foi decisivo para o Mackenzie atingir o primeiro lugar entre as universidades particulares mais queridas, em recente pesquisa?

Creio que essa menção é decorrente do ensino de qualidade já comprovado durante toda a nossa trajetória como instituição de ensino. Os princípios e valores presentes na nossa instituição são decorrentes de uma cosmovisão que evidencia o compromisso com a educação sem tratá-la como mercadoria.

Há alguns anos, o Mackenzie ocupava um mesmo patamar, em termos de tradição e qualidade de ensino, que outras conceituadas universidades. Hoje, descolou da concorrência, firmando-se como uma referência de modernidade. Quais investimentos foram necessários para chegar a essa liderança?

O Mackenzie cresceu em qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão universitária para, de fato, ocupar lugar de destaque dentre as grandes instituições de ensino do país. Temos observado a cada semestre uma grande procura dos nossos cursos, que tem levado a uma ocupação média de 93% das vagas oferecidas nos últimos três semestres. Os investimentos realizados no processo de ensino aprendizagem, adequando-o à dinâmica do conhecimento científico e tecnológico aliado a um corpo docente altamente qualificado e melhorias na infraestrutura certamente contribui para alcançarmos esse patamar de liderança.

A universidade tem promovido ações voltadas ao atendimento de estudantes em meio à crise econômica. Essa visão holística do corpo discente é uma preocupação constante?

Lançamos um programa de apoio ao estudante com dificuldade de aprendizagem, denominado Proato, que propõe o acompanhamento destes alunos buscando diminuir entraves, em suas mais diversas origens. Além disso, outra forma de atendimento é levada a efeito pelo nosso setor de gestão da permanência que orienta o aluno que eventualmente está desanimado com o curso, com dificuldades financeiras ou com crise existencial. Dependendo do caso, são envolvidos, psicólogos, pedagogos especializados ou a capelania universitária.


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